Sou apaixonado por filmes antigos, ainda mais os franceses, Décadas de 60, 70... nossa! Quando a tecnologia não influenciava totalmente o desenrolar da narrativa. As produções usavam de meros efeitos artesanais, que constituíam um cenário mágico pro telespectador.
Mas como primeiro Post sobre esse marcador, vamos nós aqui.
O mal prevaleceu! Nessas últimas semanas assisti tanta coisa cafona e besta, para ser mais sucinto, que nem acreditei que estava de fato pagando uma entrada de cinema pra vê aquilo. Pelo elenco de peso e pelo estúdio que o produziu, o fiasco da última semana que merece o meu Troféu Framboesa de Ouro é sem dúvida “A Caixa”.
Baseado num episódio de “Além da imaginação”, chamado “o botão”, com a sempre bela Cameron Diaz, o filme disserta sobre a visita surpresa de um senhor molestado, a uma família em apuros financeiros, e oportunidade oferecida de ganhar um milhão de dólares, no simples ato de apertar um botão numa caixa vazia, com a prenuncia de que alguém no mundo morreria se assim fizesse. O desenrolar da história, percorrer de diversos sentimentos dessa família, inclusive do próprio arrependimento, pelo acometido. Que filme! A mensagem subliminar imposta teve de fato até uma idéia legal em ser constituída, mas no decorrer da fita, se percebe que algo foi perdido. Ficção cientifica misturada com moralismo explicito, contado da forma como foi contado, é cafona e piegas. Talvez, o que pague o filme de fato, seja o desempenho de Cameron como deficiente física e seus belos olhos que impressionam a cada jogo de cena e de cabelos. Em resumo, filme pra sessão da tarde com classificação livre.
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